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sábado, 23 de fevereiro de 2013

"Quem não pula é fascista"

Aqui vocês veem um video curtíssimo em que dá para ouvir os comunistas gritando o argumento mais irrespondível de todos: "Quem não pula é fascista!"

É pena que a coreografia não foi filmada. Estou com isso na cabeça até agora.

Contei essa história para minha filhinha, de 7 anos, que está no terceiro ano do ensino fundamental. Ela me respondeu o seguinte:

- Quando eu era do primeiro ano, se a classe estava fazendo bagunça, a professora falava "Quem tá de pé tem nariz de jacaré."

Mas isso era antigamente. A turma dela já passou dessa fase. Eles estão no terceiro ano.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Tive de concordar com um comunista

Ontem, enquanto gritávamos: "Yoani! Pode falar! Aqui não tem Fidel pra te calar!", um comunista virou para nós e disse: "Tem sim!"

Infelizmente, sou obrigado a concordar com ele.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Yoani Sánchez na Livraria Cultura


Estive na Livraria Cultura para dar meu apoio a Yoani Sánchez, comprar o livro dela para alguns amigos e pegar uns autógrafos. Estou cansado como se tivesse passado o dia cortando cana em Cuba, mas não sei se vou conseguir dormir.

Logo que cheguei, encontrei um grupo de amigos que tinha levado cartazes de apoio a Yoani. Uma comunistinha se aproximou e perguntou se nós éramos do grupo de solidariedade (a Cuba). Ninguém entendeu o que ela disse, e um deles respondeu: "Você está falando do Sindicato Solidariedade, que derrubou o comunismo na Polônia?" Ela foi embora.

Ficamos um bom tempo na fila, e a aumentava a quantidade de pessoas vestindo a bandeira de Cuba, camisetas da UJS e do PC do B. Mas havia muitas pessoas que tinham ido só para ouvir a Yoani e outras que pretendiam protestar a favor. De repente, começaram algumas manifestações e mostramos nossos cartazes. "Fala, Yoani! Fala!" "Nem todo brasileiro defende ditaduras." "Che usava Rolex. Fidel usa Adidas. Yoani come banana e, por isso, é capitalista. (Lógica das esquerdas)" "'Yoani, agente estadunidense' (sent from my iPhone)." Socialismo no Cuba dos outros é refresco."

As pessoas se surpreenderam por estarmos solidários a ela. Muita gente tirou fotos, muita gente estava ali para vê-la.

Então chegou uma tropa grande do PC do B. Carregando cartazes impressos, com apitos, narizes de palhaço, megafones e uma faixa bem grande, levada por quatro ou cinco pessoas. A fila deixou de existir nessa hora. Eles gritavam "Fascistas, não passarão!". E usavam o sensacional argumento pró-Fidel: gritavam "Quem não pula é fascista." enquanto davam pulinhos…

Gritamos de volta muitas vezes. Não de maneira tão organizada e profissional como eles, sem megafone e em minoria. Nos fizemos ouvir muitas vezes, mesmo assim. "Cuba sim, Fidel não!" "Ei, socialista, liberdade é uma delícia!" Quando eles disseram que apoiávamos o embargo americano, gritamos "Embargo não! Livre comércio!"

O evento abriu, mas demorei um pouco a perceber por causa da confusão. Havia bastante policiamento e segurança. Não estavam deixando muitas pessoas entrarem de cada vez. Os comunistas não eram barrados, desde que tivessem a pulseirinha da Livraria Cultura. A maioria das pessoas no auditório queria ouvir a Yoani, mas os comunistas ficavam interrompendo o tempo todo, e a quantidade deles ia aumentando conforme mais alguns conseguiam entrar.

A Barbara Gancia fez uma pergunta enviada pelo Reinaldo Azevedo (ouvi ela dizendo isso quando depois que o evento terminou). A pergunta era: "Na contra-capa do livro, está escrito que você não escreve sobre política. Você acha que há uma tentativa de despolitizar o que você representa?" Não consegui ouvir a resposta, por causa dos comunistas.

Os comunistas gritavam "mercenária", quando Yoani tentava falar. Várias vezes perguntei aos que estavam atrás de mim se eles por acaso estavam lá de graça. Se não entendi mal, uma senhora comunista chegou a me dizer que trabalhava assim, que era patrocinada.

O evento acabou abruptamente, estava ficando impossível qualquer debate. Yoani saiu rapidamente do palco. A organização dizia que ela retornaria logo. As pessoas se aglomeraram na frente. Primeiro chegaram as pessoas que queriam autógrafos, depois os comunistas. Quando estes forçaram uma aproximação, algumas pessoas tentaram barrá-los. Exatamente nessa hora, estava perto de mim, no meio dos dois grupos, um senhor de uns cinquenta anos, com uma camisa do Juventus (vermelha) e um livro na mão, querendo um autógrafo. Ele foi confundido com um comunista e empurrado, coitado.

Acabaram anunciando que a Yoani havia ido embora. Não haveria condições de segurança para ela dar autógrafos pessoalmente. Disseram para deixarmos os livros e nossos nomes e CPF, que ela autografaria todos e poderíamos pegar os livros amanhã. Deixei os meus lá, espero que funcione.

Os livros que levei foram: "De Cuba com Carinho" (claro), "A Ilha Roubada", de Sandro Vaia, "Cuba Libre", dela, em italiano, e "Memorias de un Guerrillero Cubano Desconocido", de Juan Juan Almeida.


Estou cansado, mas estou feliz. Até a última vez que olhei, o Brasil era uma democracia. Esses verdadeiros fascistas não têm o direito de nos impedir de fazer o que quer que seja. Seus abusos precisam de resposta.

Demos uma resposta hoje.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Entrevista de Benicio del Toro a Marlen Gonzalez sobre Che Guevara



Apresento a transcrição da entrevista de Benicio del Toro a Marlen Gonzalez sobre Che Guevara, traduzida para o português.

Marlen Gonzalez: Por que Miami para estrear este filme, a cidade onde vivem tantos cubanos, vítimas de uma forma ou de outra de um sistema que está implantado em Cuba neste momento? É uma provocação?

Benicio del Toro: Não. Não é uma provocação. Creio que é importante trazer e ver... Não creio que todos os cubanos pensem igual, necessariamente, sobre um filme a respeito de Che.

Marlen: Mas imagine que o filme tem uma destacada influência, porque vi o filme, apresentando uma imagem positiva de Che. Imagine que você fosse mostrar em Miami Beach, aqui em Miami, ou em qualquer cidade do mundo, a parte boa de Hitler. Estaríamos ofendendo 15 milhões de judeus e 6 milhões de... e a memória de 6 milhões.

Benicio: Eh... eh... Não creio que Che tenha feito campos de concentração.

Marlen: Bem, estamos falando de assassinatos. Agora, não é igualmente um assassino aquele que mata uma pessoa e aquele que mata cem ou que mata cem mil? Não pomos em todos o título de assassino, igualmente?

Benicio: Bem, falamos de pena de morte. O que você diz se aplica à pena de morte, a generais em exércitos ou a qualquer um que defenda a pena capital.

Marlen: Mas não é pena de morte. É ordenar fuzilamentos. E você decidiu interpretar esse papel, é um trabalho de ator para você?

Benicio: Sim.

Marlen: Mas as opiniões que você deu, você, Benicio del Toro, em sua consciência, você disse que Che Guevara foi assassinado como um criminoso de guerra e não foi. Mas você sabe que quando a revolução triunfou, você sabia que ele ficou encarregado de uma prisão em Cuba, chamada La Cabaña, e ali mandou fuzilar mais de quatrocentos cubanos. Você sabia disso?

Benicio: Sim, sabia, mas foram, pelo que entendi e está gravado, está gravado e vi pedaços dessa gravação, muitos desses que foram fuzilados haviam sido, havia um terrorismo de parte do governo Batista.

Marlen: Noventa por cento eram presos de consciência, simplesmente por discordarem do sistema nascente. Simplesmente por terem opinião diferente.

Benicio: Eu não sabia. Não sabia disso. Não. De onde, de onde você tirou isso?

Marlen: Está historicamente documentado, inclusive na Argentina. Não somente por nós, cubanos. E por que não se mostra no filme a parte dos fuzilamentos? Por que se mostra que se fuzila uma pessoa que foge da serra e se salta para o discurso nas Nações Unidas, enquanto em Cuba estão fuzilando, continuarão fuzilando -- fuzilaram, estão fuzilando e continuarão fuzilando -- como para dar a entender que houve fuzilamentos para fazer justiça, mas não se mostra La Cabaña, não se mostram os assassinatos, não mostram os disparos que deu Che a sangue frio.

Benicio: Eh... não, não sei...

Marlen: Ele disse que a forma mais positiva e forte de qualquer manifestação é um tiro bem dado em quem se deve dar, no momento certo.

Benicio: Como é?

Marlen: Che disse que a manifestação mais positiva e forte que existe, além de todas as ideologias, é um tiro bem dado em quem se deve dar, no momento certo. Já havia lido isso de Che? Escrito de próprio punho por Che?

Benicio: Eh, não me recordo exatamente.

Marlen: Veja, "Guevara: Misionero de la Violencia", de Pedro Corzo, cubano. Para que você leia um pouco mais sobre Che.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Che Guevara, o assassino


Ontem completaram-se 45 anos da morte de Che Guevara. Em lembrança a essa data, segue a lista das vítimas conhecidas desse assassino frio e cruel.

Mortos por Che Guevara em Sierra Maestra (citados no diário de Che Guevara):

3 executados por deserção do exército dos rebeldes

1. René Cuervo – agosto, 1957
2. Aristidio – outubro, 1957
3. Pedro Guerra – 26/06/1958

8 executados por colaboração com o exército de Batista

4. “Chicho” Osorio – 17/01/1957
5. “El Negro” Nápoles – 18/02/1957
6. Eutimio Guerra – 17/02/1957
7-8. Dois camponeses – abril-1957
9. Filiberto Mora – 15/04/1957
10. Colaborador de Batista – agosto, 1957
11. “Manolo Capitán” (Manuel Fernández) – 1957

4 executados por razões diversas

12. “O Professor” – outubro, 1957
13. José Martí – setembro, 1957
14-15. Dois irmãos – outubro, , 1957

7 executados por crimes cometidos

16. José (“el chino") Chang – outubro, 1957
17. “O estuprador” – outubro, 1957
18. “El Bisco” Echevarría – outubro, 1957
19. Dionisio Oliva – outubro, 1957
20. Juan Lebrigio – outubro, 1957
21. Membro do exército rebelde – junho, 1958
22. Membro do exército rebelde – agosto, 1958

Vítimas documentadas de Che Guevara em Santa Clara

1. Ramón Alba Moya – 03/01/1959
2. Arturo Pérez Pérez – 24/01/1959
3. Domingo Álvarez Martínez – 04/01/1959
4. Joaquín Casillas Lumpuy – 02/01/1959
5. José Fernández Martínez – 02/01/1959
6. Héctor Mirabal – Jan-59
7. Félix Montano Fernández – janeiro, 1959
8. Cano Prieto – 07/01/1959
9. Ricardo Rodríguez Pérez – 11/01/1959
10. Cornelio Rojas Fernández – 08/01/1959
11. Francisco Rosell – 11/01/1959
12. Ignacio Rosell Leyva – 11/01/1959
13. Antonio Ruíz Beltrán – 11/01/1959
14. Ramón Santos García – 12/01/1959
15. Isidoro Jesús Socarrás – 12/01/1959
16. Manuel Valdés – janeiro, 1959
17. José Velázquez Fernández – 06/02/1959

Vítimas documentadas de Che Guevara na prisão Fortaleza de La Cabaña:

1. Humberto Aguiar Limonta – 1959
2. N/A Aniella – 1959
3. Roberto Calzadilla – 1959
4. Ramón Despaigne – 1959
5. Ugarte Galán – 1959
6. Secundino González – 1959
7. Enrique la Rosa – 1959
8. Bonifacio Lasaparla – 1959
9. Luis Mirabal – 1959
10. Carlos Muiño Varela. M.D. – 1959
11. José Pozo López – 1959
12. N/A Verdecia – 1959
13. Ezequiel González – janeiro, 1959
14. Secundino Hernández Calviño – janeiro, 1959
15. Francisco Tellez – 03/01/1959
16. Teodoro Tellez Cisneros – 03/01/1959
17. Antonio De Beche – janeiro, 1959
18. Elpidio Mederos Guerra – 09/01/1959
19. N/A Ferrán Alfonso – 12/01/1959
20. Mario Riquelme – 29/01/1959
21. Fausto Silva Guera – 29/01/1959
22. Onerlio Mata Costa Cairo – 30/01/1959
23. Pedro Morejón Montero – 31/01/1959
24. Pelayo Alayón – fevereiro, 1959
25. Demetrio Clausell González – 01/02/1959
26. Antonio Carralero Ayala – 04/02/1959
27. José Luis Alfaro Sierra – 06/02/1959
28. Miguel Ares Polo – 06/02/1959
29. Eladio Caro – 06/02/1959
30. Armando Más Torrente – 17/02/1959
31. Evaristo Guerra – 18/02/1959
32. Jesús Sosa Blanco – 18/02/1959
33. Rafael Tárrago Cárdenas – 18/02/1959


34. Francisco Travieso – 18/02/1959
35. Luis Ricardo Grao – 23/02/1959
36. Viterbo O'Reilly Díaz – 27/02/1959
37. Rubén Rey Alberola – 27/02/1959
38. José Alvaro – 01/03/1959
39. José Castaño Quevedo – 07/03/1959
40. Oscar Guerra Amador – 09/03/1959
41. Rogelio Sopo Barreto – 14/03/1959
42. Raúl Clausell Gato – 15/03/1959
43. Rafael García Muñiz – 18/03/1959
44. Eduardo Forte – 20/03/1959
45. Pedro Soto Quintana – 20/03/1959
46. Alvaro Argueira Suárez – 21/03/1959
47. Ambrosio Malagón – 21/03/1959
48. Lupe Valdés Barbosa – 22/03/1959
49. Antonio Valentín – 22/03/1959
50. Eloy Contreras Rabiche – 01/04/1959
51. Secundino Ramírez – 02/04/1959
52. Jose Milián Pérez – 03/04/1959
53. Fidel Díaz Merquías – 09/04/1959
54. Mateo Delgado Pérez – 12/04/1959
55. Evelio Gaspar – 12/04/1959
56. Pedro Pedroso Hernández – 12/04/1959
57. Francisco Hernández Leyva – 15/04/1959
58. Ángel María Clausell García – 19/04/1959
59. Ramón Ramos Alvarez – 23/04/1959
60. Emilio Puebla – 30/04/1959
61. Juan Capote Fiallo – 01/05/1959
62. Angel García León – 01/05/1959
63. Gertrudis Castellanos – 07/05/1959
64. Ramón Fernández Ojeda – 29/05/1959
65. Salvador Ferrero Canedo – 29/05/1959
66. Juan Pérez Hernández – 29/05/1959
67. Alfredo Pupo Parra – 29/05/1959
68. Sergio Vázquez – 29/05/1959
69. N/A (brother) Cuni – junho, 1959
70. Roberto Cuni – junho, 1959
71. Renato Sosa Delgado – 28/06/1959
72. Mariano Alonso Riquelmo – 01/07/1959
73. Francisco Becquer Azcárate – 02/07/1959
74. Antonio Duarte Becerra – 02/07/1959
75. José González Malagón – 02/07/1959
76. Dámaso Zayas – 03/07/1959
77. Marcelino Valdés – 21/07/1959
78. Jesús Insua González – 22/07/1959
79. Enrique Izquierdo Portuondo – 23/07/1959
80. Félix Oviedo González – 24/07/1959
81. Pedro Alfaro – 25/07/1959
82. Ramón Bicet – 25/07/1959
83. Gerardo Hernández – 26/07/1959
84. José Díaz Cabezas – julho, 1959
85. Rudy Fernández – 30/07/1959
86. Ariel Lima Lago – 01/08/1959
87. Juan Silva Domínguez – agosto, 1959
88. Manuel Paneque – 16/08/1959
89. Jacinto García – 08/09/1959
90. Pablo Ravelo – 15/09/1959
91. José Medina – 17/09/1959
92. Eugenio Becquer Azcárate – 29/09/1959
93. Fernando Rivera Reyes – 08/10/1959
94. Osmín Jorrín Vega – 14/10/1959
95. José Chamace – 15/10/1959
96. Elpidio Soler Puig – 08/11/1959
97. José Evaristo Saldara Cruz – 09/11/1959
98. Venerio González – 14/11/1959
99. Silvino Junco García – 15/11/1959

27/11 - 31/12/1959

100. Severino Barrios Ramírez – 09/12/1959
101. Antonio Blanco Navarro – 10/12/1959
102. Alberto Corbo – 07/12/1959
103. Emilio Cruz Pérez – 07/12/1959
104. Eufemio Chala Cano – dezembro, 1959

sábado, 6 de outubro de 2012

Apelo a Raúl Castro, por Yoani Sánchez e Reinaldo Escobar

Enviei este apelo ao presidente de Cuba, Raúl Castro, pela liberdade dos ativistas Yoani Sánchez e Reinaldo Escobar. Enviei também ao General Abelardo Coloma, Ministro do Interior, e ao Embaixador de Cuba no Brasil.


São Paulo, 6 de octubre de 2012.

Excelentísimo Señor
Raúl Castro Ruz
Presidente de la República de Cuba
La Habana
Cuba
Fax: +53 783 33 085
cuba@un.int

Su Excelencia,

Me llamo Marcelo Centenaro. Soy un ingeniero electrónico brasileño, tengo 41 años de edad, resido en Sao Paulo. Escribo-le para expresar mi preocupación con YOANI SANCHEZ y REINALDO ESCOBAR. Ellos fueran arrestados en la ciudad de Bayamo el 4 de octubre de 2012, cuando se preparaban para hacer la cobertura del juicio de Ángel Carromero, acusado de homicidio involuntario por la muerte de Oswaldo Payá. Creo que Yoani Sánchez y Reinaldo Escobar fueron detenidos sólo por ejercer su derecho a la libertad de expresión.

Pido que se aclare en qué condiciones Yoani Sánchez y Reinaldo Escobar se encuentran detenidos. Pido al gobierno de Cuba que ellos sean formalmente acusados de delito tipificado en la ley o sean puestos en libertad de inmediato y sin condiciones. Pido que los disidentes políticos en Cuba estén protegidos y que su derecho a la libertad de pensamiento y de expresión sea respectado.

Aseguro-le, Excelentísimo Señor Presidente, mi más alta estima, respecto y admiración por su país.

Marcelo Centenaro



Endereço do Ministro do Interior:

Excelentísimo Señor
General Abelardo Coloma Ibarra
Ministro del Interior y Prisones
Ministerio del Interior
Plaza de la Revolución
La Habana
Cuba
Fax: +53 785 56 621
correominint@mn.mn.co.cu

Endereço do Embaixador de Cuba no Brasil:
Excelentísimo Señor
Carlos Zamora Rodríguez
Embajador Extraordinario y Plenipotenciario
Embajada de la República de Cuba
SHIS QI 5 conjunto 18 casa 1 – Lago Sul
71.615-180 Brasília-DF
Fax: (61) 3364-0767
ofiembajador@uol.com.br
embacuba@uol.com.br