domingo, 3 de março de 2013

Quero Liberdade (cap. XV), de Rose Wilder Lane

XV

Há dez anos, escrevi: O teste vem agora.

Os americanos cantavam: – Os dias felizes voltaram! – Dorothy Thompson publicou I Saw Hitler, relatando que o homenzinho era um alarme falso porque seu programa ilógico não conseguiria influenciar a mente lógica alemã. Ela exclamou exultante para mim: – Rose! Estamos de fato assistindo o fim do capitalismo! – Os capitalistas americanos rapidamente fizeram dela seu oráculo favorito.

Dos intelectuais-papagaios vinha um barulho: “Agora tudo mudou, não há mais terras grátis” e “Liberdade – para quê? Liberdade de passar fome?”

Um fazendeiro no Kansas olhou por seus campos secos, improdutivos há cinco anos, e me disse lentamente: – As pessoas superam as dificuldades. Nos anos 90, trabalhei com uma pá para proteger o trigo do gorgulho, quarenta alqueires com uma pá, uma vez por semana durante todo o inverno. Arrastei o trigo para a cidade na primavera, por dezesseis milhas pela lama, num carroção, e vendi por quarenta centavos o alqueire. As pessoas superam as dificuldades. As pessoas fazem um país. O que não consigo entender é: como alguém pode achar que o governo pode nos sustentar se somos nós que sustentamos o governo.

Numa escolinha solitária no campo, um político de fala mansa tentava ganhar a audiência maltrapilha: – Então, é isso que fizemos por vocês, agricultores. Fomos para Washington por vocês e trouxemos um Ford. Desta vez, vamos voltar lá e vamos conseguir para vocês um Cadillac!

Um silêncio obstinado pesou sobre a sala. O orador disse a mim em particular: – Esses caipiras estúpidos! Precisamos ensiná-los com um porrete.

O sr. Henry Wallace, Secretário da Agricultura, anunciou que os fazendeiros devem ser obrigados a obedecer ordens. “Charrete” se tornou um termo depreciativo e, de vez em quando, em postos de gasolina ou restaurantes 24 horas para caminhoneiros, pode-se ouvir: “Bem, é isso, a Constituição está ficando muito velha, talvez seja a hora de termos algo novo.” Apareceram casquinhas de sorvete duplas, triplas e Jumbo por um níquel; cigarros em celofane e, sob as estrelas do verão, vozes jovens cantam: “Till I grow too old to dream, your name will live in my heart.”1

Em Des Moines, ouvi a discussão de oito empresários influentes. O Congresso abdicou. O poder executivo federal, por decreto, estava saqueando os bancos; os banqueiros estavam em silêncio. O poder político, consolidado e sem restrições, estava destruindo a estrutura política americana. A lei civil não protegia mais os direitos humanos. Eles diziam: – Não há escapatória. Tínhamos a única proteção aos direitos humanos na terra e ela se foi. O mundo vai voltar para a Idade Média.

Eu disse: – Como vocês podem estar cientes disso e não fazer nada? É possível? Vocês sabem que nosso país está sendo destruído e não fazem nada para salvá-lo? Vocês de fato entendem que sua propriedade, sua liberdade, sua vida está em perigo e não fazem nada?

É isso mesmo – eles diziam.

Era um pesadelo. Quando encontrava alguém que entendia a situação como eu, essa pessoa não tinha esperanças, e o pessimismo em si não é americano. Os americanos consideram verdade que todos os homens nascem iguais e dotados pelo Criador de inalienável liberdade. A liberdade é a natureza do homem; toda pessoa se auto-controla e é responsável por seus pensamentos, sua fala, seus atos. Isso é um fato; sabemos disso; os americanos estabeleceram esta República sobre esse fato. E duvidar que o conhecimento de qualquer fato deva dissipar a ignorância desse fato é negar a pura realidade de toda a experiência humana. Acreditar que qualquer ação baseada na ignorância dos fatos tenha chance de ser bem sucedida é abandonar o uso da razão.

Meus amigos diziam: – É inútil, nada pode ser feito. Os americanos desistiram de querer liberdade.

A resposta a isso é: – Você desistiu? O que VOCÊ está fazendo para defender sua liberdade?

Eles respondem cansados, como os europeus: – Um indivíduo não é nada. Você não pode resistir à história.

Resistir à história? – digo eu. – Você e eu fazemos a história. A história não é absolutamente nada além do registro do que pessoas vivas fizeram no passado. Os americanos fazem a história e a América não está morta. Existe um fazendeiro no Kansas.

E em quem ele vota? – eles replicam.

É uma visão rasa. O problema não é de política partidária. O problema em questão é a sobrevivência da legislação constitucional americana, da estrutura política americana. É um problema político real e os grandes partidos políticos não representam problemas políticos reais desde a década de 1860. Esses partidos não defendem princípios políticos opostos; eles diferem apenas nos métodos. Por exemplo: um defende impostos mais altos; o outro, impostos mais baixos. Nenhum deles apresentou aos eleitores o problema político real entre os impostos e o livre comércio.

Os dois grandes partidos apenas disputam os cargos públicos. A política americana, assim chamada, é um esporte profissional, uma questão de organização, trabalho em equipe e conquista de votos. As eleições são eventos esportivos, como os jogos de baseball; e os americanos acertadamente as consideram um esporte2.

Enquanto isso, há meio século, influências reacionárias da Europa vêm deslocando o pensamento americano para um fundamento de premissas socialistas. Nas cidades e estados, ambos os partidos começaram a socializar a América com imitações da Alemanha do Kaiser: leis de bem-estar social, leis trabalhistas, leis de salário-mínimo, leis de previdência social e a chamada propriedade pública.

Há onze anos esse socialismo rastejante brotou, armado com o poder federal, e os americanos – de repente, ao que parece – confrontaram-se pela primeira vez na vida com uma questão política real: a escolha entre o individualismo americano e o nacional-socialismo europeu.

O americano vai defender a Constituição que divide, restringe, limita e enfraquece o poder político e policial, e assim protege a liberdade pessoal de cada cidadão, seus direitos humanos e seu exercício desses direitos numa economia livre, produtiva e capitalista e numa sociedade livre?

Ou vai permitir que a estrutura política destes Estados Unidos seja substituída por um estado socialista, com seu poder de polícia centralizado e irrestrito dividindo os indivíduos em classes, suprimindo a liberdade individual, sacrificando os direitos humanos em nome de um imaginado “bem comum” e substituindo a legislação civil por decretos ou “diretivas”, chamados de maneira precisa no passado de “tirania” e chamados hoje de “legislação administrativa”?3

É esta escolha que todo americano tem de fazer. Não há como fugir dela; a situação atual a coloca perante nós e exige uma decisão.

Todo americano vive hoje a primeira crise política que já viu. De sua decisão e de sua ação dependem seu direito à propriedade, seu exercício da liberdade natural e a segurança de sua própria vida. Porque absolutamente nada exceto a Constituição e a estrutura política destes Estados Unidos protege os americanos da captura arbitrária de sua propriedade e de sua pessoa, da Gestapo e das Tropas de Assalto, dos campos de concentração, da câmara de tortura, do revólver na nuca num porão. Não sou alarmista, é um simples fato.

Os grandes partidos políticos não representam ainda essa questão política.

Em 1933, um grupo de coletivistas sinceros e ardentes tomou o controle do Partido Democrata, usou-o para conquistar o poder federal e, entusiasticamente, por motivos que muitos deles consideram o mais alto idealismo, começou a transformar a América. O Partido Democrata é hoje um mecanismo político que tem um princípio político genuíno: o nacional-socialismo.

O Partido Republicano continua sendo um mecanismo político sem princípio político. Ele não defende o individualismo americano. Seus líderes continuam a praticar o mesmo esporte profissional americano de conquistar votos de 70 anos atrás, chamado política.

Os americanos (de ambos os partidos) que defendem princípios políticos americanos, portanto, não têm meios de ação política pacífica. Um voto no New Deal aprova o nacional-socialismo, mas um voto no Partido Republicano não repudia o nacional-socialismo.

Derrotar o New Deal nas urnas poderia talvez deter o retrocesso do país, mas não é o suficiente para fazer a América voltar a avançar. O estado coletivista não foi inventado em 1932. O princípio político do New Deal vem de Platão, através da Idade das Trevas, da Idade Média, passando por vários desenvolvimentos, por Maquiavel, Rousseau, Fourier e Hegel – que define liberdade como “submissão ao Estado”.

Karl Marx adotou esta antiga mentira de Hegel e fundou a Primeira Internacional Socialista baseada nela. Marx queria a “liberdade” de Hegel para “as classes trabalhadoras”. Bismarck tomou a ideia de Hegel e Marx, usou-a para esmagar os liberais alemães e fundou sobre ela sua Socialpolitik, que é hoje chamada aqui de Seguridade Social.

Lênin concordou com os princípios de Marx, mas não com os métodos. Em 1903, numa conferência em Londres, Lênin dividiu a Segunda Internacional Socialista por causa de uma questão de método e assim começou o conflito entre facções de coletivistas que se tornou a guerra entre comunistas e fascistas. Os europeus e asiáticos do Volga ao Mediterrâneo estão se matando não por princípios opostos de liberdade e tirania, mas por diferentes métodos de usar o mesmo princípio de tirania.

Depois de esmagar a tentativa de estabelecer direitos humanos na Alemanha, Bismarck construiu o centralizado, socializado, despótico Estado Alemão, e os estadistas do mundo e pensadores reacionários o admiraram com fervor. Há quarenta anos, os intelectuais-papagaios da América repetiam sem cessar “A Alemanha está cinquenta anos à nossa frente na legislação social”.

Cegos à América e venerando a Europa, esses pseudo-pensadores reacionários deslocaram o pensamento americano para o seu contrário, num esforço para alcançar a Alemanha do Kaiser. Chamaram de “liberal” a supressão da liberdade; “progressista” o fim da livre iniciativa que é a fonte de todo o progresso humano; “liberdade econômica” a obstrução de toda liberdade; e “igualdade econômica” a escravização do homem.

Ensinaram minha geração que a Revolução Americana foi só uma guerra que terminou em 1782. Nunca ouvimos que estes Estados Unidos são uma estrutura política única em toda a história, construída sobre um fato natural nunca antes usado como princípio político: o fato de que as pessoas individuais são naturalmente livres, autocontroladas e responsáveis.

Em nossa ignorância, não conseguíamos ver que a Alemanha do Kaiser e a Internacional Comunista eram simplesmente dois aspectos da reação do Velho Mundo contra o novo: o princípio americano de liberdade individual e direitos humanos. Os líderes americanos do pensamento, a quem respeitávamos, diziam que a reação comunista era a revolução mundial.

Foi essa mentira que nos enganou. Os americanos são os revolucionários mundiais. Estes Estados Unidos defendem um princípio político que vai conquistar e mudar o mundo inteiro, porque é verdadeiro. Três gerações de americanos vêm criando um novo mundo, o mundo moderno. É nossa tradição, nossa herança, o impulso inconsciente de nossas vidas, destruir o velho para criar o novo. Nossa ignorância nos traiu; acreditamos em rótulos. Desejamos a coisa arcaica que estava marcada como “Nova”.

O New Deal criou raízes há vinte e cinco anos nas faculdades americanas e nos bairros pobres de Nova York, onde, sob risco de violência policial, ouvíamos esses idealistas ignorantes como Jack Reed. Sonhamos que éramos os revolucionários mundiais. Éramos os reacionários, minando a verdadeira revolução mundial na origem, no nosso próprio país.

Desde 1933, a reação avançou rapidamente e avançou muito. (Embora até agora, os Estados Unidos ainda não tenham alcançado a Alemanha em “legislação social”.) Hoje, as agências administrativas federais quase destruíram aquelas divisões do poder político que sozinhas protegem a propriedade, a liberdade e a vida do cidadão americano. O poder administrativo político e policial não pode ser dividido, não pode nem mesmo ser submetido à lei civil, porque um estado que determina as ações humanas na produção e distribuição de bens precisa do poder absoluto e indivisível.

O Congresso não pode mais ser aquele que faz as leis, quando tantos chefes de departamentos e agências diariamente emitem portarias que a polícia faz cumprir como se fossem leis.

Os Estados são invadidos por enxames de coletores de impostos federais e agentes federais que dão ordens aos cidadãos e corroem os últimos poderes dos Estados. E os direitos civis do cidadão têm de desaparecer, uma vez que o poder de autodeterminação de sua comunidade e de seu Estado é usurpado por um poder nacional centralizado.

Hoje, os fazendeiros americanos estão sendo comprimidos numa classe camponesa, sujeita a ordens e punições decretadas por uma classe governante. Hoje, na América, existe uma classe trabalhadora; pelo decreto de 1º de julho de 1944, cinquenta e oito milhões de americanos estão atrelados às linhas de montagem como os servos da Idade Média eram atrelados à terra. Agora, neste momento, nenhum americano pode trabalhar ou parar de trabalhar, nem escolher seu trabalho, nem seu horário de trabalho, nem seu salário em qualquer ramo de atividade; nem produzir, nem vender, nem comprar, nem consumir as coisas necessárias à vida humana sem a permissão de algum autocrata.

Mas é uma emergência. De fato, é. É uma emergência de cinquenta anos, uma emergência que ficou aguda desde 1933, e que se torna mais perigosa a cada hora. Uma eleição não vai terminar com ela, nem a vitória nesta guerra mundial. Porque aqui e na Inglaterra, em toda a Europa e na Ásia, os estadistas que governam supõem que essa supressão da liberdade é boa para a humanidade e que essas novas formas de uma velha tirania vieram para ficar. A questão que eles discutem é: Como estender esses chamados “controles” para o mundo inteiro?

Eles acham que o mundo moderno vai continuar a existir. Mas este mundo moderno, esta civilização moderna só existe onde os homens foram, por dois curtos séculos, libertos dessas antigas tiranias de estado, chamadas controles. Livre pensamento, livre expressão, livre ação e propriedade desembaraçada são a origem do mundo moderno. Ele não pode existir sem essas liberdades. Sua existência depende da abolição desses controles estatais reacionários e da destruição do Estado socialista.

A tarefa diante dos americanos é acabar com esses controles policiais dos pacíficos e produtivos cidadãos americanos; abolir toda a legislação reacionária e revogar os decretos do Executivo que estabelecem o regime nacional-socialista; desmontar as corporações, departamentos, repartições e agências federais que impõem e fazem cumprir esses controles estatais; devolver três milhões de comedores de impostos federais ao trabalho útil e pagador de impostos; libertar os fazendeiros americanos da socialização de Bismarck e tirar das costas dos operários americanos o peso da Socialpolitik de Bismarck, aqui chamada de “Seguridade Social”; e exigir dos homens que detêm cargos públicos que reconheçam de novo o direito natural de todo americano, como pessoa livre, de possuir e cultivar sua terra e colher o fruto de seu trabalho, de gerenciar e ter lucros ou prejuízos em seu negócio, de possuir e gastar ou poupar seu próprio dinheiro, de se filiar ou não se filiar a um sindicato, de assinar ou não assinar um contrato, de escolher seu próprio trabalho e negociar o salário que recebe ou que paga, individualmente ou como membro de qualquer grupo de outros homens livres.

Nenhum politico, até agora, pediu aos eleitores americanos que lhe deem o poder para arrancar de qualquer Estado os poderes que ele usurpou dos seus cidadãos, nem de arrancar do Governo Federal os poderes que ele usurpou dos Estados; para restaurar os direitos dos cidadãos, os direitos e poderes dos Estados e a estrutura política desta União de Estados; nem para acrescentar à lista original de restrições ao poder político – a lista conhecida como Bill of Rights – mais restrições que protejam adequadamente a propriedade, a liberdade e a vida das pessoas do mundo moderno e façam os Estados Unidos novamente o líder mundial dos direitos humanos e da revolução para libertar o mundo.

Os americanos que já assumiram essa tarefa, e a executarão, são indivíduos – o indivíduo que é chamado de “nada” e tratado com paternalismo como “o homenzinho” na Alemanha e como “o homem comum” aqui, o indivíduo que faz e refaz o mundo.

É um gráfico no Texas, que imprimiu uma carta que vinte milhões de americanos leram, embora não tenha aparecido em nenhum jornal; o fazendeiro em Nebraska que se negou a pagar uma multa por plantar trigo e foi para a cadeia “pelo princípio”; o empresário que assinou a Declaração dos Cinquenta Cidadãos de Wichita; os fazendeiros de Nova Jersey que não permitem que os agentes federais classifiquem os ovos de Nova Jersey e rebaixem seu padrão de qualidade; o empregador em Ohio que gasta sua fortuna e põe em risco a existência de sua empresa resistindo à tirania federal que o forçaria a reduzir os salários que paga; as centenas de milhares de homens e mulheres em todos estes estados que estão se levantando e agindo em defesa de seus direitos.

Meio século de retrocesso faz de nosso país menos do que ele poderia ter sido. Mas uma revolução mundial não pode ser vencida sem encontrar reação contrária. Esta última década de nacional-socialismo reacionário agora causa dificuldades para todos os americanos. Mesmo assim, no teste da guerra, este povo, o mais individualista, o até agora menos socializado, apoia ou derrota o Velho Mundo inteiro. Como disse Stalin em Teerã, a produção capitalista americana está vencendo esta guerra mundial. Os homens despreparados e destreinados para a guerra têm a energia econômica e militar que vence na guerra o mais socializado de todos os povos, bem treinado para a guerra pelo serviço militar obrigatório.

Em todos estes Estados, os americanos já estão se unindo em grupos para defender a liberdade em paz. Esses grupos de indivíduos livres, que se organizam e agem por um objetivo comum, são os instrumentos do individualismo. Os americanos têm prática em seu uso. Nossa sociedade livre é um complexo ativo de incontáveis grupos, agindo mutuamente por incontáveis objetivos – Rotary, Lions, Elks, Ladies’ Aids, todas as igrejas, Associações de Pais e Mestres, clubes femininos, D. A. R., Filhas da Confederação, Filhas de 1812, Câmaras de Comércio, Associações de Bibliotecários, a lista é infinita. Agora, os americanos estão se unindo em grupos para defender a liberdade e os direitos humanos. Um americano que toma essa defesa em sua comunidade, sua empresa, seu trabalho logo descobre que não está só.

Os americanos individuais estão acabando com o período reacionário por aqui. Os americanos estão outra vez pensando politicamente, como não fizeram por oitenta anos, e eles não esqueceram que resistir à tirania é obedecer a Deus. Estão respondendo à pergunta que eu não devia ter feito há dez anos. Estão respondendo agora na Europa e na Ásia, e amanhã responderão em casa. A resposta é: Sim, o individualismo tem força para resistir a todos os ataques.
1 Até que eu fique velho demais para sonhar, seu nome vai morar no meu coração. Da música “When I Grow Too Old to Dream”, do filme “The Night is Young”, de 1935. (NT)
2 "A campanha presidencial está naquele momento de calma, depois que o árbitro apitou e antes que a bola comece a zunir pelo campo."—Raymond Moley na Newsweek, de 11 de setembro de 1944. (NA)
3 Tomo esta definição do livro de Ludwig von Mises, "Omnipotent Government: The Rise of the Total State and Total War." Yale University Press. (NA)

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